Nenhuma certeza nos é concedida, infelizmente.

Nenhuma certeza nos é concedida; infelizmente. 

Até mesmo a morte, que é o fim de todos nós, deixa sua dúvida sobre quando chegará. Não nos é concedida essa informação. E nenhuma outra. Viver é, de fato, uma grande incerteza. 

É sobre acordar todos os dias com um mistério diante dos olhos. Podemos prever a temperatura, o clima, mas até isso, traz sua margem de erro. Aqui está o dilema: 

Rir é arriscar-se a parecer bobo.

Chorar, é arriscar-se a parecer sentimental; emocionado, como dizem hoje em dia.

Demonstrar sentimentos é arriscar-se a não ser aceito.

Amar é arriscar-se a não receber amor de volta.

Continuar avançando contra o pouco provável, é arriscar-se ao fracasso.

No entanto, os riscos devem ser tomados porque o perigo maior na vida, é não arriscar-se a nada.

Aquele que não arrisca, não faz nada; não tem nada. Não é nada.

Pode até evitar o sofrimento e a dor, mas não pode aprender, conhecer, sentir, mudar, crescer e nem amar.

Amarrado a tudo o que lhe oferece segurança, torna-se um escravo do controle; renunciou a sua própria liberdade.

E, só quem se arrisca, é que pode ser livre.

#liberdade #escolhas #pensamentoereflexões #ogata 


Descubra mais sobre Os primeiros cinquenta anos

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.


Comentários

Deixe uma resposta

Descubra mais sobre Os primeiros cinquenta anos

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading